25.3.07

cinzento

A vida é sempre a perder.

14.3.07


- dispersada.

guerra

É isso. Estou conscientemente a comprar uma guerra com os meus próprios sentidos, despromovidos de ser.
(...)


Como é que tudo isto irá acabar...

10.3.07

confidencialmente

Realmente, que dom poder escrever em português; ser portuguesa de raíz e conseguir articular harmoniosamente as palavras mais fugidas. (...) Digo isto porque, não só em tom de crítica à ignorância dos mais pobres de espírito, que inocentemente vão, cada vez mais, afastando a nossa cultura de nós, como também, e, de certa forma, em jeito redundante, enfatizar a Língua Portuguesa, torná-la mais próxima. A arte do bom português não deve ser fácil. Não a conheço e ela não me quer conhecer. De qualquer forma, o que consta é que frequentamos os mesmos sítios e somos habitantes da mesma região. Duas semelhanças, a parecer já afinidades a mais. O olhar do português é crítico. Pena só o ser para o que está exteriormente anexado a si, objectivamente ou não, não se sabe. Critica o que ouve, o que vê, mas, curiosamente (ou não), aquilo que é não, é que nem construtivamente o faz. Mas quem sou eu para o dizer? Acho que apresentar aqui o facto de ser portuguesa não ia ajudar em nada, pelo contrário, seria tudo menos um argumento a meu favor... Mas abstraiamo-nos disso. Quem sou eu afinal?





(confidências da memória) shiu.