12.12.10

Dar voltas e voltas a viajar por pensamentos obsoletos.

11.12.10

Sem cor,
Sem som,
Reproduzindo-se na imensidão do tempo.
Sem pausas,
Sem vozes.
A explicar ao amor
Que só no final da vida
Se conhece o nosso filme.

4.12.10

O frio é frio.
Tudo o que o frio tem é aquilo que eu não quero sentir. Odeio frio.

29.10.10

Não sabes as coisas que te digo com os olhos, nem tão pouco sabes a razão da minha necessidade. Tudo isto é à parte de ti.

7.10.10

"I never wanted anything so much than to drown in your love and not feel your rain."

23.8.10

i'm a simple lover with a complex touch.

20.8.10




- beyond words*

2.8.10




"In a heaven of people there's only some want to fly. Ain't that crazy?"

31.7.10







Procuro infinitamente o teu "eu" pelos caminhos mais enrugados e escuros. Tudo o que me vais dando alimenta-me o folgo para continuar a ser assim. E, por isso, vou continuar a caminhar na vida que me vais oferencendo, porque sei sempre que cuidas de mim no final de cada etapa.

7.7.10

"there's no pleasure in having nothing to do.
the fun is in having lots to do and not doing it."


e uma onda traz o que não se sabia viajado...


cascais.

29.6.10

As pessoas como nós vão ver as maiores.

27.6.10




Palavras quentes.

20.6.10

A capacidade intelectual de alguém é muito difícil de mensurar. Se por um lado se observa, com clareza, as suas facilidades, por exemplo, argumentativas e pontualmente oportunas, por outro, encostamo-as ao nosso idealismo de vida, encontrando sempre inúmeras lacunas na sua construção como pessoa. Este problema seria resolvido se houvesse alguém de efectiva excelência, de intelectuo inteira e correctamente desenvolvido. É utópico.
Esta discussão tem surgido de forma incessante nos meus pensamentos, porque vi-me desprevinida quando senti a necessidade de admirar aquele homem e a sua obra.
Ainda hoje não sei recitar as suas histórias do era uma vez...

19.6.10

"Esquece o que eles dizem sobre um grande amor. Quem podia mais querer-te como eu? Nada que acredite conseguir mostrar, pois é algo teu."

13.6.10

delete.
no delete.
delete.
no delete.
delete.
delete.

10.6.10

Tudo o que as raparigas querem é um minutinho de atenção.

16.5.10


A vida merece um filme e amor. Deve-se poder correr na areia, ao anoitecer, tendo como único destino o encosto nos teus braços, porque nunca se sabe quando é que vamos chorar.





see Last Song











8.5.10

Na perfeita harmonia dos desenlaces do corpo, na última palavra do teu sábio livro, encontro-me ao deixar cair a minha alma. Por ti.

30.4.10

"Eu sei, não dizes o nome dele com o mesmo brilhozinho nos olhos."

23.4.10

.. how I remember the thing you used to said.

21.4.10


(dear john. must see)

I took the stars from our eyes,
and then I made a map,
and knew that somehow I could find my way back.

18.4.10

adoro tocar-te de perto, abafar-me e calar-me na tua pele, apenas para, de seguida, ir buscar folgo ao teu interior. adoro falar-te ao ouvido, onde as palavras ganham eco da dimensão do seu próprio significado em nós.
a sensibilidade só pode acontecer em almas intimistas, carregadas de pormenores que acontecem porque nada mais importa.

vê, em cada abraço, um bando de sensações à solta com um só rumo; vê, em cada beijo, a vontade de união e de concretização do abraço que antes tínhamos dado; porque não há nada melhor que o calor da recompensa da entrega de cada um de nós.

11.4.10

Entreaberta,
pela porta,
olho o anoitecer.
Nos dedos,
sinto uma dormente vontade
de deixar fugir as palavras
que tão bem se acolhem
na escuridão
que me abraça.
Na alma e no coração,
sinto a eminência de uma vida,
que agarre, leve, eternece
até ao próximo amanhecer,
contigo.


*
(Há coisas que só algumas pessoas reparam e sabem. E eu gosto de reparar nelas e continuar a saber a cor das músicas.)

à parte.

9.4.10

Palavras rápidas de saida. Palavras que faltam na hora de dizer "Adeus.".

7.4.10

Não vou descrever tudo o que me está a irritar neste momento. Vou, apenas, rir disso.






*

4.4.10


Away We Go








(between two lungs. muito bom)

25.3.10


"When I'm weak I draw strength from you
And when you're lost I know how to change your mood
And when I'm down you breathe life over me
Even though we're miles apart we are each other's destiny."
zero 7

15.3.10

és sítio onde as maõs se dão...dança em mim.

13.3.10

"I was dying to see Paris, as if I've never been."

11.3.10

Num sítio escuro, as palavras soltaram-se. Deixou de haver frases com sentido, mesmo com os pontos finais sempre lá, mesmo com a minha vontade de voltar tudo ao mesmo. Um sentimento desfeito pelas palavras ditas, preso num buraco fundo, onde as palavras soltas se chocavam cada vez mais. Estava cega dos olhos, da boca e da alma. Não as via, não as dizia nem as sentia. Talvez por isso mesmo, me foi tão difícil juntá-las de novo, mas aconteceu. É que, quando abri os olhos, vi-te. A claridade trouxe-me o teu toque. Trouxe-me voz e descobriu-me a alma. As palavras acabaram por se encontrar umas às outras, mas não foram precisas. Disseste-me tudo com o olhar.




:heart:,
joana

9.3.10

devia viver num mundo muito mais terreno.

5.3.10

(no words. just got to know it.)

28.2.10


Can we go back?
Please.
a natureza manda
e nós,
breves seres,
com ela vamos
para onde o destino mandar.
pessoas iguais a nós
com ela foram
e sem elas ficamos.
espero que a nós,
ao peito,
continue a guardar.

26.2.10

O inconsciente é apenas fruto da nossa consciência.
Que fracos seres somos quando nos auto-ignoramos.

22.2.10

Eu concordo.
Apagar alguém do nosso passado, não é esquecê-la. Ninguém consegue controlar que memórias quer ter ou não. Esquecermo-nos de alguém é lembrarmo-nos dela e isso não mexer com o nosso interior;
é não-sentir ao voltar atrás...



*
"Morrer é só não ser visto."
Espero que um dia tenha a capacidade extracorpórea de o vivenciar.

*
Arrepios.
Com amor,
apenas arrepios.

19.2.10


Jacob Aue Sobol

"Já não preciso de contar histórias. Deixo cair todos os efeitos lustrosos e atinjo o próprio coração do amor, essa tinta espessa que flutua sobre o tempo e transfigura tudo aquilo em que toca."


17.2.10

não há religiões.
a única região que existe é a nossa consciência, a única que dita o que devemos fazer e no que devemos acreditar.
enoja-me o carácter aldrabão da sociedade que se diz católica, onde se paga para se fugir aos costumes e deveres e onde o único receio é a vergonha de ser inferior ao próximo. isto é tão mesquinha e cobarde.
assim, nunca iremos evoluir e nunca haverá paz nas almas revoltadas pela crença.
cada um tem o seu deus, o deus que faz de nós pessoas.


*

15.2.10

amor, embala-me nos teus braços. continua a fazer assim.




*

8.2.10

time, always time





...missing old feelings.


*

7.2.10

Se eu fumasse, queimava na minha boca as palavras ingénuas que disseste. Amassava-as, cortava-as, enrolava-as à força e desfazia-as em nada mais além de pó. Comia-as. Só para sentires a vontade que eu tenho de te apagar.




Quando o sentimento fica grande e gordo, ninguém percebe. São gotas. Coração, são gotas.

30.1.10

fico aqui

Fico triste por saber que não és capaz de pensar maior.
Fico triste.
Fico.
Aqui.
Aqui, à procura de um espaço maior depois de ti.




*

26.1.10

destino?

Dizem que nos trocaram as voltas, mas, com o tempo, vim a saber que não há voltas algumas para trocar, porque quem decide é o fado arrastado dos dias que pisamos.
E estas pessoas continuam a não saber isto.




(adoro lisboa pelo peso bruto de vida que tem)

19.1.10

Reparei que lá fora chove... e, depois, lembrei-me que não há conta das vezes que vi chover. Pensei que a vida passou tão rápido e que, agora, não sei se vou saber agir como uma pessoa adulta.
Apesar de tudo, sinto-me eu e sou aquilo que há uns anos sabia que ia ser. E é com esta certeza que tenho a certeza que vou sempre conhecer-me um bocadinho melhor que a minha alma em mim mesma.




?

14.1.10

Não sei se o que quero é aquilo que tu me queres dar ou se o medo de não o ter é que me faz aceitar.
Tenho O mundo, mas não sei que vida nele pôr.




all is beyond words.