22.1.14

2014

Mais um ano, mais do mesmo. Para trás ficam as vitórias e as inflexões da vida que há pouco começou. Uma nova vida, felizmente constante naquilo que de bom tem, mas estranha por diferente ser.
Custam-me as mudanças e custa-me crer que, de facto, a vida arca com acontecimentos inesperados que nos obrigam a mudar sem lugar para ponderação. Acredito que os haja de bom grado, mas será o flagrante sinónimo de duradouro? Ou, por outro lado, acontecer algo de repente, e termos quem nos continue a embalar, é a visão sobre a dura veracidade dos afetos?